quarta-feira, 10 de julho de 2013

#BOMBA! A Casa também CAIU para a BBOM. Justiça Bloqueia seus Bens.

Por Carlos Parrini ... 

Como já havia falado AQUI, a Casa estava caindo para a Telexfree, BBOM e a Priples. Telexfree recebeu um golpe da Justiça, agora foi a BBOM e a próxima será a Priples.
Infelizmente, por causa de uns que não agem corretamente, todos pagam. 
Está provado que o Marketing de Rede é uma forma de divulgação de produtos e serviços, muito boa. Tanto para os fornecedores, quanto para os consumidores que fazem a propaganda boca a boca e que são recompensados por isso.
O ruim para os sistemas honestos de uma forma em geral, que estas notícias ruins, os enfraquecem. Acabam atrapalhando aqueles que dependem do Marketing Multinível (MMN) como uma renda extra ou até seu negócio principal.



Muitos confundem MMN com Pirâmide. A diferença é que um trabalha com a venda de produtos e serviços e outros com a venda de sonhos, onde só quem está no topo consegue realizá-los. 
No caso da Telexfree, BBOM e Priples (Em breve vou falar sobre a Blackdever que também está aplicando golpe. Fujam dela), pelo que a Justiça entendeu, são Pirâmides.
Mas agora foi a vez da BBOM e parece que a casa caiu. Uma pena que muitos vão perder dinheiro.

Se você gosta de MMN, indico uma empresa limpa, segura e que paga muito bem: É a DUX Seguros e Assistência 24 hs.. Mais detalhes nesta postagem AQUI.

Vejam o Babado:

Justiça Federal decreta indisponibilidade dos bens da BBOM

10/07/13 15:08
A juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, acatou pedido formulado pelo Ministério Público Federal em ação cautelar preparatória, e decretou a indisponibilidade dos bens da empresa EMBRASYSTEM – Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação Ltda, conhecida pelos nomes fantasia “BBOM”  e “UNEPXMIL”,  e da empresa BBRASIL ORGANIZAÇÕES E MÉTODOS LTDA, bem como dos bens dos sócios proprietários dessas empresas.
Ao analisar a documentação juntada pelo Ministério Público Federal, a juíza entendeu pela existência de robustos indícios de que o modelo de negócios operado pela empresa BBOM se trata, na verdade, de uma “pirâmide financeira”, prática proibida no Brasil e que configura crime contra a economia popular.
A decisão traça, primeiramente, as diferenças entre o modelo de negócios denominado “marketing multinível” ou “marketing de rede”, e o golpe conhecido por “pirâmide financeira”.
O “marketing multinível” se trata de modelo comercial sustentável, constituindo uma prática legal. De acordo com a decisão, trata-se de modelo de negócios em que o integrante da rede pode ter ganhos financeiros tanto em razão da venda de produtos ou serviços que realiza, como através de recrutamento de outros vendedores e, nesse caso, seu faturamento será proporcional à receita gerada pelas vendas dos integrantes de sua rede.
No marketing multinível, o faturamento é calculado sobre as vendas dos produtos. A venda do produto é, portanto, a base de sustentabilidade do negócio.
Já no esquema denominado “pirâmide financeira”, os participantes são remunerados somente pela indicação de outros indivíduos para o sistema, sem levar em consideração a real geração de vendas de produtos. Não há, nesse caso, sustentabilidade do negócio, pois se funda unicamente nos pagamentos realizados pelos associados. E, em dado momento, se torna matematicamente impossível atrair novos participantes para a rede, e os participantes mais novos acabam sendo lesados.
Após traçar essa diferenciação, a juíza ponderou que no sistema adotado pela BBOM os interessados associam-se mediante o pagamento de uma taxa de cadastro (R$ 60,00) e de um valor de adesão que varia dependendo do plano escolhido (bronze – R$ 600,00, prata- R$ 1800,00 ou ouro – R$ 3.000,00), obrigando-se a atrair novos associados e a pagar um taxa mensal obrigatória no valor de R$ 80,00 pelo prazo de 36 meses. Já os mecanismos de premiação ou bonificação prometidos pela BBOM aos associados, são calculados sobre as adesões de novos participantes que tenham sido indicados pelo associado. Quanto mais participantes o associado consegue trazer para a rede, maior é a premiação prometida.
Conforme identificado pela juíza, o pagamento dos participantes depende exclusivamente do recrutamento por ele feito de novos associados. A “sustentabilidade” do negócio não advém da renda gerada pela venda do produto supostamente objeto da franquia, que se trata um rastreador.
Nesse ponto, a decisão chama atenção para o fato de que, conforme esclarecimento feito pela ANATEL, o rastreador utilizado em veículos é uma estação de telecomunicações que necessita ser licenciada pela agência, e não foi concedida pela ANATEL autorização à empresa EMBRASYSTEM, conhecida por BBOM ou UNEPXMIL, para trabalhar com esse tipo de produto.
Por fim, a juíza afirma que a medida deferida visa resguardar os interesses dos novos associados ao sistema BBOM, que constituem a base da “pirâmide”, ou seja, a maior parte dos associados, pois no caso de “quebra” da empresa são essas pessoas que serão lesadas.
A indisponibilidade de bens requerida pelo Ministério Público Federal busca evitar a dilapidação do patrimônio da empresa, de modo a possibilitar futuro ressarcimento aos consumidores lesados.
 Fonte: Secos/GO


Mais informações:


29/07/2013 18h18 - Atualizado em 29/07/2013 18h48

Justiça de Goiás decreta novo bloqueio de bens da empresa BBom

Segundo MPF-GO, companhia desrespeitou ação e manteve atividades.
Empresa é investigada por suspeita de praticar pirâmide financeira.



Bloqueio de bens da BBom inclui R$ 300 milhões e Ferraris, diz MP

Justiça Federal decretou indisponibilidade de bens da empresa e de sócios.
Para juíza, há 'robustos indícios' de modelo de 'pirâmide financeira'.




MP abre no RN inquérito contra NNex, BBom, Telexfree, Multiclick e Priples

Portarias publicadas neste sábado (6) trazem instauração de investigações.
Empresas foram ouvidas pelo G1 e negam atuar como pirâmide financeira.



Parece que a Telexfree não tem mais jeito:

STF nega recurso a associados Telexfree; BBOM tem bens bloqueados

AGÊNCIA BRASIL 

O presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, negou hoje (10) recurso de associados da empresa TelexFree contra decisão que suspendeu as atividades da empresa. O ministro não chegou a analisar o mérito do mandado de segurança, pois entendeu que o Supremo não é competente para avaliar o caso.
Também nesta quarta-feira, a Justiça Federal de Goiás acatou pedido do Ministério Público Federal do estado para bloquear os bens da empresa BBOM, também por suspeita de atuação pelo modelo comercial de pirâmide financeira.




EM TEMPO!

Ultimas informações:


Descoberto quem está por trás dos golpes nesse mercado de MMN. O cara pinta até o cabelo para apresentar nova empresa, mas o papo e o nome é sempre o mesmo. Ficou milionário enganando meio mundo com Telextreme, Clubmaxi, Mix Phoneclub, Evox, My Travel and Cash, Dreams e Gold, TELEXFREE e BBOM. E o Artista e ladrão é: PAULO RICARDO FIGUEIRÓ.
CUIDADO! Homem de fala mansa, mas convincente, em suas apresentações costuma mostrar extratos milionarios, da mulher, dos filhos, dos netos e dos cachorros e leva todo o mundo na lábia. Recebe muitos aplausos e de brinde, alguns milhões.

Não acredita? Veja o Vídeo do Camaleão ambulante:

Conheçam as empresas que Paulo Figueiró para aplicar os Golpes.
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GENTE! 

Se voce gosta de MMN, eu também gosto pois sei que não há nada melhor do que ele pois voce trabalha em equipe e tirando pouco tempo de sua vida. Só antes de tudo, não se deixe enganar com esses negócios que te oferecem Sonhos que podem ser realizados num passe de mágica. Nada se consegue sem um pouco de trabalho. 
O MMN é bom, veja o que dizem os gurús:


Portanto, se voce gosta e acrdita nos milionários acima toca pra frente conhecendo bem a empresa, puxando CNPJ, Donos e resultados sem se iludir com extratos de quem está em topos de pirâmides. Se quiseres conhecer empresas sérias e que estão usando o MMN para expandir seus produtos e serviços, conheça-as aqui:


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