segunda-feira, 8 de abril de 2013

#BOMBA! PRÉ-SAL já era! O novo Boom Internacional é o SHALE-GÁS.

Por Carlos Parrini ... 

Quando eu era adolescente aprendi com meu avô que a gente devia pensar mais e trabalhar menos. Ele até me deixou a frase que jamais esqueci: "Burro não tem cabeça para pensar, mas tem perna para andar.."
Pois é! Isso me faz pensar no nosso Governo. Conseguiram o que queriam. Se lambuzaram de Petróleo em comemoração a uma autossuficiência que nunca existiu, enganaram sobre a autossuficiência do Biodiesel e etc. Graças a essas comemorações e mentiras, se elegeram com uma boa margem de votos e ainda ajudaram outros camaradas como Collor, José Genoíno, João Paulo Cunha, Maluf, muitos fichas sujas e condenados a se elegerem. Mas é assim que acontece na Política.

Lula se gabou muito do pré-sal. Hoje a Petrobrás só tem prejuízos recordes.

Agora o pior é o Petróleo. A Petrobrás está praticamente falida e promete investir sem ter, R$ 230 Bilhões em algo que já ficou fora de moda que é a prospecção em águas profundas. Isso porque o filé mingnon que seria as prospecções de Petróleo em águas rasas, já foram praticamente dadas a Eike Batista e outras empreiteiras companheiras, sugarem. Para a Petrobrás sobrou Petróleo na região abissal com 7000 metros de profundidade, onde serão gastos uma fortuna e precisará de dezenas de anos para ser rentável.
Enquanto isso, outras nações já estão rindo a toa com as descobertas de novas tecnologias onde conseguem tirar Petróleo e Gás  até das rochas, sejam as que estão nas superfícies quanto as existentes em baixas profundidades.
Mas o Brasil continuará investindo no pré-sal porque "Burro, não tem cabeça para pensar, mas tem perna para andar".
O ruim para o nosso país é que além de burros, eles são espertos. Saberão desviar muito dinheiro antes da massa falída da Petrobrás abotoar o paletó.

Vejam detalhes da nova tecnologia desconhecida ou omitida por nosso Governo:


BRASIL DEVE COLOCAR “AS BARBAS DE MOLHO”!

“SHALE GÁS” E PRÉ-SAL: O MUNDO É PEQUENO PARA OS DOIS ! BOOM INDUSTRIAL NOS EUA!

(JPNOR-03)
1.   Duas tecnologias novas desenvolvidas recentemente nos Estados
Unidos estão revertendo todos os prognósticos de rápida alteração no
equilíbrio de forças econômico do planeta e podem afetar seriamente o
sonho brasileiro de achar um corte de caminho para o clube dos grandes
do mundo.   A primeira envolve injetar uma mistura de água, areia e
produtos químicos em estruturas rochosas que contêm microporos cheios de
gás de modo a liberar os hidrocarbonetos aprisionados nelas. A segunda
torna muito mais fácil chegar às mais finas camadas dessas rochas
enterradas a baixas profundidades, além de permitir a perfuração de
diversos poços a partir de um único ponto de partida.

2.   Essas duas novas técnicas de extração do que por lá se chama de “shale gas”
estão provocando uma verdadeira explosão nos números de produção de gás e
petróleo dos Estados Unidos e barateando de tal forma os custos de
diversas industrias intensivas em energia que todos os prognósticos
sobre a “crise  sistêmica” da economia americana, que estaria
irremediavelmente condenada a ser engolida por economias emergentes,
estão sendo refeitos.  Os entornos de Pittsburgh que, nos últimos anos,
pareciam um cemitério de velhas siderúrgicas desativadas, assistem hoje a
uma corrida frenética de capitais americanos, russos, franceses e até
chineses para voltar a fabricar aço com a energia mais barata do mundo.

3.  O Maciço Marcellus, uma formação geológica de rochas arenosas
impregnadas de gás e óleo se estende por quase 1.000 quilômetros ao
longo das montanhas Apalaches do estado de Nova York até o de West
Virgínia. Somente no ano passado o governo da Pennsylvania emitiu 2.484
permissões para a perfuração desse novo tipo de poço de petróleo.
Somente os poços da porção do Maciço Marcellus nesse estado produziram
895 bilhões de pés cúbicos de gás em 2012, partindo de 435 bilhões no
ano anterior. Em 2008 essa produção era igual a zero.  Isso representou
uma injeção de US$ 14 bilhões na economia da Pennsylvania no ano passado
(dados da Economist).

4.   Arkansas, Louisiana, Oklahoma e Texas viveram explosões semelhantes. 
A produção de gás e petróleo extraído dessas rochas quadruplicou nos 
Estados Unidos entre 2007 e 2010 e acrescentou 20% à produção nacional de 
petróleo em geral nos últimos cinco anos. Técnicos da British Petroleum afirmam 
que a produção deve continuar crescendo à base de 5,3% ao ano até 2030 e que, 
já no fim deste ano os Estados Unidos ultrapassarão a Rússia e a Arábia Saudita e
se tornarão o maior produtor de petróleo e gás do mundo.  O preço do gás
nessa região caiu de US$ 13 o BTU em 2008 para US$ 1 a 2 no ano
passado, o segundo preço mais baixo do mundo depois do Canadá. As
fabricas americanas consumidoras de gás estão pagando 1/3 do que pagam
as alemãs e ¼ do que pagam as coreanas.

5.  Gás barato também se traduz em eletricidade barata. Em 2011 as fábricas 
americanas nessas regiões já estavam pagando metade do custo da energia 
no Chile ou no México e ¼ do que se paga na Itália.  Não é só a indústria de 
metalurgia que se beneficia com isso. Além de todas as demais, as de uso 
intensivo de energia, como as de plásticos, fertilizantes e outras também se
tornam imbatíveis. E, além disso, os Estados Unidos têm a maior rede do
mundo de oleodutos e gasodutos, o que espalha facilmente essa riqueza a
preço baixo para todo o país. A Costa do Golfo, onde existe outro maciço
dessas rochas, também vive um forte renascimento industrial.

6.  Fabricas instaladas no Chile estão sendo desmontadas e transportadas
inteiras para a Louisiana. A Bridgestone, a Continental e a Michelin,
revertendo um longo processo de declínio, estão reativando e aumentando
suas fábricas de pneus na Carolina do Sul. Tudo gira em torno do início
da exploração de novas jazidas de rochas porosas como as da Bacia
Permian, na Louisiana, a de Eagle Ford Shale, no Texas, a da Formação
Baken em Dakota do Norte e a Mississipi Lime, que atravessa o subsolo de
Oklahoma até o Kansas. O efeito da redução das importações de petróleo
no déficit comercial americano foi de US$ 72 bilhões no ano passado, ou
10% do déficit total. Esse “petróleo não convencional” gerou US$ 238
bilhões em atividades econômicas diretas, 1,7 milhão empregos e US$ 62
bilhões em impostos só no ano passado, sem contar os efeitos indiretos
decorrentes da redução nos preços da eletricidade, do gás e dos produtos
químicos.

7.   Analistas do Citigroup e do UBS calculam que só
essa indústria vai gerar um crescimento de 0,5% do PIB norte-americano
por ano nos próximos anos além de ensejar um renascimento das industrias
de manufaturas nos Estados Unidos. As decisões recém anunciadas da GE
de trazer de volta da China e do México para o Kentucky a produção de
sua linha branca, e da Lenovo, o gigante chinês de hardware que comprou a
linha de computadores pessoais da IBM, de produzi-los na Carolina do
Norte são apontados como os primeiros passos desse  processo de
reversão.
O efeito dessa inovação nos preços internacionais do
petróleo ainda são pequenos. Mas os Estados Unidos, que foram os maiores
importadores do mundo e rapidamente se tornarão autosuficientes, não
são o único lugar do mundo onde existe esse tipo de formação rochosa
que, lá, praticamente aflora do chão.

8.  De modo que o Brasil, que já está gastando por conta de reservas de petróleo 
enterradas a seis ou sete quilômetros debaixo do fundo do oceano, cuja extração 
começa a se tornar economicamente palatável com o barril acima de US$ 100 no
mercado internacional, deveria por as barbas de molho e pensar melhor
antes de jogar dinheiro fora.  Pois, por tudo que já se sabe por enquanto, 
o mundo ainda é pequeno demais para o “shale gas” e o 
pré-sal ao mesmo tempo.

www.cesarmaia.com.br


Políticos conseguem enganar os trouxas com facilidade.

Já os trouxas, se deixam enganar por qualquer coisa.

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