terça-feira, 22 de janeiro de 2013

#BOMBA! #Brasil tem 75 mil Prostitutas na Europa.

Por Carlos Parrini ... 

Essa novela Salve Jorge exibida na Globo, veio mostrar um pouco da realidade de brasileiras que esperam realizar seus sonhos indo para o exterior. Até tenho algumas amigas que foram se aventurar depois que conheceram Italianos no Brasil. Uma delas está bem, levou seus filhos para a Itália, fez uma casa linda para a mãe no Brasil e está tendo uma vida de princesa. Mas as outras comem o pão que o D... amassou. Essa é a realidade nua e crua. Poucas se dão bem, muitas se dão mal.
Pode ser que outras possam se dar bem também, mas a grande maioria precisará de um Salve São Jorge para saírem desse meio, pelo menos com vida.

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Vejam a ótima matéria sobre o assunto, escrita por Fábio Campana, a algum tempo atrás, mas que reflete nos dias de hoje:

Europa tem 75 mil prostitutas do Brasil

Uma prostituta brasileira foi eleita em Genebra para comandar a associação da categoria. Venceu fácil. Representa a absoluta maioria.
Jamil Chede conta que em ruas de prostituição da cidade, na Suiça, português é língua corrente e ser brasileira rende os michês mais caros, o que leva as prostitutas de outras nacionalidades a fingir que são brasileiras para competir. Na Europa, segundo a Organização Internacional de Migrações, são 75 mil prostitutas brasileiras em ação.
Tabela de preços na França.

Europa tem 75 mil prostitutas do Brasil

Prostituta brasileira é eleita em Genebra para comandar associação da categoria.
Por Jamil Chade
Em ruas de prostituição de Genebra, na Suíça, português é língua corrente. Nos classificados de jornais europeus, apresentar-se como “brasileira” costuma render mais clientes e programas mais caros. Não por acaso estrangeiras fingem ser do País para competir pela atenção dos homens.
Estimativas da Organização Internacional de Migrações (IOM), agência ligada à ONU, apontam quase 75 mil prostitutas brasileiras trabalhando hoje na Europa. E esse número só cresce. “Espanha, Holanda, Suíça, Alemanha, Itália e Áustria são os principais destinos”, diz a entidade. E o total de mulheres que deixam o Brasil é bem superior ao de homens. Na Itália, dos 19 mil brasileiros vivendo legalmente no País em 2000, 14 mil eram mulheres. O número elevado de prostitutas contribui para a diferença.
Dados do governo espanhol apontam existência de 1,8 mil prostitutas brasileiras no país e 32 rotas de tráfico de mulheres. Muitas usam Portugal como porta de entrada e praticamente todas chegam ao continente com documentos falsos.
Reportagem do jornal escocês Scottish Daily Record apontou envolvimento de cerca de cem gangues e grupos mafiosos no tráfico de sul-americanas à Europa. E, uma vez lá, elas são mantidas, até de forma violenta por causa de dívidas, pelos agentes que facilitaram suas viagens. “Quando fui trazida para a Europa, nem sabia onde ficava a Suíça. Sabia apenas que ia ganhar muito dinheiro porque aqui os homens gostam da gente. Banqueiros suíços adoram brasileiras”, conta, orgulhosa, a cearense Daisy.
O número de brasileiras é tão grande que algumas chegam a cargos de chefia em associações locais. Edna da Silva foi eleita na quinta-feira integrante do Comitê Executivo da Aspasie, entidade que luta pelos interesses das prostitutas em Genebra. “Tenho 49 anos e saí do Brasil com 20 para trabalhar na indústria do sexo. Nunca vi tanta brasileira trabalhando no ramo como agora. Há uma leva impressionante.”
Algumas chegam a montar casas de prostituição. Em Zurique, um edifício de três andares no bairro do Paquis é ocupado por 40 brasileiras. Elas pagam aluguel simbólico pelos quartos e têm alimentação no local – uma cozinheira baiana garante feijoada aos sábados. Mas são obrigadas a deixar pelo menos metade do que recebem nas mãos da dona, um travesti.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o tráfico de pessoas para exploração sexual transformou-se num dos negócios mais rentáveis do mundo – US$ 28 bilhões por ano. Nas próximas semanas, uma campanha suíça combaterá o tráfico de latino-americanas. Segundo a imprensa local, elas estariam sendo contratadas por R$ 100 mil para casar com supostos terroristas de Bangladesh para garantir-lhes visto. A denúncia foi feita por uma ex-prostituta brasileira.


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