segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

#BOMBA! José Dirceu fracassa até com mobilização de PTistas

Por Carlos Parrini ... 


A coisa está tão mal pro Zé Dirceu e o PT que eles nem conseguem mobilizar a militância. Por três vezes fracassou em jogar o povo contra a Justiça. Tarefa árdua de um ladrão pego com a boca na botija, conseguir uma proeza como essa. Dessa vez, nem pagando. Nem Dilma em suas subidas em palanques, evitou vaias. AQUI vocês podem ler sobre as sete vezes em que ela foi vaiada. 
O povo está acordando. Descobrindo que quem inventou o Bolsa Família foi a Oposição, descobrindo que quem fez o Plano Real foi a Oposição, descobrindo que o Brasil só não foi pro buraco porque o PT seguiu a cartilha da Oposição, inclusive colocando os assessores da Oposição trabalhando com eles. O povo está ficando mais esperto, até o Nordestino, conterrâneo de LULA, já o defenestrou. Ainda vou mais longe: Assim que o povo entender que qualquer candidato da Oposição não vai acabar com bolsa família e esses programas assistencialistas criados por eles e  ampliados pelo PT, vão começar a vaiá-los diretamente nas ruas, dada a grande corrupção jamais vista no Brasil. Até em Cuba eles serão vaiados, querem apostar? (Eba! Talvez não. Cuba não vai querer deixar de receber dinheiro de Lula, Dilma e BNDES)
A única saída deles é tentar fazerem um bom trabalho com o post do Haddad, mas como sabemos que este também é membro da gangue, deverá ser defenestrado como Marta Suplicy foi da Prefeitura.
Esperamos que a estadia do PT termine nesta última gestão pois o povo além de não aguentá-los mais, mesmo atraídos aos comícios puxados por Zezé de Camargo e Luciano (Os filhos de Lula), nem por dinheiro ou lanchinhos, não comparecerá, a não ser para vaiar ou jogar ovos podres.


Vejam a matéria divulgada pelo Blog Resistência Democrática:


Antes de ir para prisão, Dirceu não consegue mobilizar o PT


Por Jean-Philip Struck
VEJA.com
Atos em São Paulo e Curitiba foram marcados pela ausência de petistas de peso; ex-ministro pretende realizar encontros em outras duas cidade
Dirceu com seu filho durante ato contra a decisão do STF, em Curitiba
(Walter Alves/AGP/Folhapress)

Condenado a mais de dez anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por formação de quadrilha e corrupção ativa, o ex-ministro José Dirceu já conhece seu destino – e não se conforma. Antes de começar a cumprir sua pena, que deve ser iniciada em regime fechado, o petista tenta há semanas organizar eventos com militantes do partido em sua defesa. 
Mas o que Dirceu não esperava era que seu prestígio estivesse tão baixo dentro da legenda onde construiu sua trajetória política e onde alcançou posto de líder influente. 
Os três primeiros atos organizados até agora foram esvaziados e não produziram nenhum barulho. 
O golpe de misericórdia veio na reunião do Diretório Nacional do PT na última sexta-feira, em Brasília. 
Representando Dirceu, Serge Goulart, da tendência radical O Trabalho, apresentou uma moção sugerindo que o partido fosse às ruas para promover atos contra o STF e que não reconhecesse o julgamento do mensalão, segundo informou o jornal O Globo.
Porém, a proposta nem chegou a ser votada. A direção do PT não ousou dar início a um confronto com o órgão que encabeça um dos poderes da República - e também não quis submeter os mensaleiros a mais uma derrota pública. 
Após o encontro, o partido divulgou uma nota, mas nenhuma linha fazia referência ao mensalão. 
Os apoiadores de Dirceu tentaram reunir militantes em atos em São Paulo,Osasco (SP) e Curitiba.
Na próxima semana, deverão ser feitas novas tentativas em Guarulhos (SP) e Porto Alegre (a menos que a decisão do diretório nacional enterre de vez os planos de Dirceu). 
Em Osasco, o anfitrião do encontro realizado em uma escola foi outro condenado no mensalão, o deputado João Paulo Cunha. 
Ao grupo, também juntou-se o ex-presidente do PT José Genoino. Na plateia, entretanto, os políticos mais ilustres eram vereadores e prefeitos de pequenos municípios paulistas, como Bofete e Jaboticabal, além de representantes de partidos nanicos como o PSDC e PTN.
O presidente do PT, Rui Falcão, e os deputados Jilmar Tatto (PT-SP), líder do PT na Câmara, e Arlindo Chinaglia (PT-SP), líder do governo, que haviam sido inicialmente anunciados como participantes do evento, não foram. Ao explicar as ausências, os organizadores culparam o “trânsito de São Paulo". 
O ex-chefe do PT e ex-homem forte do governo Lula, acostumado a agendas requisitadas e à tribuna da Câmara dos Deputados, teve dificuldade para reunir 150 pessoas em Curitiba, a maioria estudantes no último dia 3. 
O organizador foi o deputado federal Zeca Dirceu (PT), seu filho. No Paraná, o partido conta com quadros nacionais, como o casal de ministros Paulo Bernardo (Comunicações) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e o deputado federal Dr. Rosinha.
Mas apenas o secretário nacional de comunicação do PT, o paranaense André Vargas, compareceu. 
Em São Paulo, um novo encontro reuniu Dirceu e Genoino na sede do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, no dia 24. 
A única cara conhecida na plateia era o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), e o encontro foi preenchido por militantes do Fórum do Diálogo Petista, criado por filiados de correntes consideradas radicais do PT. 
No discurso, Dirceu repetiu a ladainha de que sua condenação foi um golpe da elite e da imprensa, falou em “martírio” e chegou a afirmar que só não foi “fuzilado porque num Estado democrático de Direito não há pena de morte”. 
Suplicy afirma que participou do encontro esvaziado para ouvir Dirceu. “Eu conheço os três (Dirceu, Genoino e João Paulo Cunha) há 32 anos. Fui lá para ouvir, refletir. Fui para isso. Acho que é uma questão dolorosa. Sobre ausências eu prefiro só responder por mim. Cada um é cada um”, disse Suplicy.
São essas correntes petistas que têm pressionado o partido para que a direção nacional seja mais enérgica ao defender os réus. Dirigente da tendência O Trabalho, Markus Sokol disse em novembro que existe “insatisfação na base do partido” com a forma com que o partido tem lidado com o resultado do julgamento - tímida, na sua opinião.
“Se ficar sem resposta, outras organizações que incomodam a elite dominante não poderão se sentir garantidas”, disse o dirigente. 
“Falta solidariedade no nosso partido. É na hora ruim que se conhece o companheiro. Eles [Dirceu, Genoino e Cunha] merecem mais do nosso carinho”, afirmou em Osasco o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), um dos petista que saiu em defesa do ex-ministro publicamente. A desculpa de petistas para não comparecer tem sido de que os atos não são eventos oficiais do partido e não contam com a chancela dos diretórios locais. 
O PT fará de tudo para minimizar os danos do julgamento do mensalão. Tentará reescrever a história, afirmando que não se valeu de métodos criminosos para assegurar o poder. 
Mas, no momento ao menos, não existe apoio irrestrito aos condenados pelo STF. 
Se isso representará a derrocada definitiva de José Dirceu, uma das figuras mais poderosas do PT - e também do país, no início da década passada - é uma história a se acompanhar de perto.

09/12/2012


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