segunda-feira, 5 de novembro de 2012

#BOMBA! Vem aí o APAGÃO dos COMBUSTÍVEIS!

Por Carlos Parrini ... 

Como se não bastassem os apagões elétricos, vem aí o APAGÃO dos COMBUSTÍVEIS.
Só sei que eles inventaram um monte de mentiras sobres diversos APAGÕES Elétricos. Colocaram a culpa no FHC, culparam Urubús, galhos de árvores, falha humana, raios, asas Delta que caíram nas redes elétricas e etc. Cada vez que um grave apagão aconteceu com milhões ficando sem energia, punham a culpa em alguém, algum bicho ou a natureza. Menos na incomPTencia deles, só mentiras. A verdade é que eles torraram toda a grana ou desviaram na corrupção e deixaram de investir no essencial. Nem mesmo a energia do vento, que é barata, conseguem investir. 


Agora vem com essa de APAGÃO dos Combustíveis. Eu não me cansava de ver Lula e Dilma inaugurando poços do pré-sal, se lambuzando todos de petróleo, inauguraram navios petroleiros e os lançando ao mar com cascos furados, arrotanto energia alternativa como biodiesel e vemos que tudo era mentira para elegerem um poste. Vejam que a Petrobrás não só não é auto-suficiente como ainda importa gasolina e etanol. E a previsão é que importem 20% só de gasolina, sem contar com etanol, gás e outros.


Bom, para os apagões se tem jeito, mesmo a base de muito prejuízo para os contribuintes e consumidores. Mas para mentiras não tem jeito. Acreditou e Elegeu? Tá eleita. Agora chupa. Só não ponha a culpa no FHC ou nos Urubús. 

Vejam a matéria que trouxemos para compartilhar para vocês:

Governo teme falta de combustível no país ainda neste ano

RENATA AGOSTINI
DIMMI AMORA
DE BRASÍLIA

Algumas regiões do país estão sob ameaça de ficar sem combustível no fim deste ano.
Para evitar o desabastecimento, ou atenuá-lo, o governo federal já começou a traçar um plano de emergência, que envolve a ampliação da capacidade de transporte e de armazenamento.
As reuniões tiveram início em outubro, com técnicos do Ministério de Minas e Energia, Agência Nacional do Petróleo, Petrobras e representantes das distribuidoras e dos produtores de etanol.
"Há uma grande preocupação com o curto prazo. O governo já sabe que será preciso um forte ajuste entre Petrobras e distribuidoras para que não ocorram problemas no fim do ano", diz Antônio de Pádua Rodrigues, presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), que participa das reuniões.
Segundo avaliação do grupo, as regiões mais ameaçadas são o Norte, o Nordeste e o Centro-Oeste, além de Minas e Rio Grande do Sul.
A perspectiva de colapso se deve a três fatores: 1) o consumo recorde de gasolina, que, em 2012, pela primeira vez passará de 36 bilhões de litros; 2) a falta de capacidade interna de produção; e 3) problemas de infraestrutura de armazenagem e distribuição.
No fim do ano esse problema se agrava porque, historicamente, o consumo nos meses de novembro e dezembro é cerca de 10% superior à média registrada nos bimestres anteriores.
Para acompanhar a alta da demanda interna, a Petrobras vem importando cada vez mais gasolina. Até setembro, foram 2,4 bilhões de litros, quase o triplo do registrado no mesmo período de 2011, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura.
A importação torna a distribuição mais complexa. O transporte da gasolina por navios, já sujeito a intempéries, sofre com a falta de infraestrutura dos portos, hoje sem espaço para atracação e armazenamentos.
Editoria de Arte/Folhapress
CRESCIMENTO DO CONSUMO Em 2011, a demanda por gasolina foi 18% superior a 2010; nos nove primeiros meses do ano, já cresceu 12%
PELO MAR
Pará, Amapá, Maranhão, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte são os Estados mais vulneráveis. Quase todo o combustível que abastece os consumidores desses locais chega pelo mar.
Em outubro, o Amapá ficou sem gasolina. O Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Pará relata que houve, também, problemas de abastecimento em Belém, além de cidades do Amazonas e do Piauí.
"A coisa está bem torta aqui", diz Eurico Santos, presidente da entidade.
Para o sindicato, o número de caminhões-tanque não deu conta do aumento rápido do consumo. Além disso, os terminais que recebem combustível reduziram investimentos em ampliação porque estão com contratos provisórios, o que dificulta o acesso ao crédito.
PRODUÇÃO
A Petrobras se empenha para produzir mais gasolina e amenizar o problema. Na apresentação dos resultados do terceiro trimestre, afirmou que suas refinarias já atingiram 98% da capacidade.
Em algumas regiões, no entanto, já há um esgotamento da capacidade de produção.
É o caso da Regap, refinaria em Betim (MG). Para abastecer os postos de parte de Minas Gerais e do Centro-Oeste, ela passou a redistribuir combustível de outras unidades. Atrasos e a falta de caminhões podem levar a interrupções da distribuição.
O mesmo acontece no Rio Grande do Sul, outro Estado que teve crise de abastecimento no mês passado. A refinaria Refap, em Canoas, está com problemas de produção para atender à gasolina demandada. Com isso, passou a buscar combustível no Paraná e parte precisou ser importada, entrando no país via porto do Rio Grande.
O Sindicom (Sindicato dos Distribuidores de Combustíveis), que tem assento nas reuniões com o governo federal, informou que o plano de contingência deverá ampliar o número de caminhões e a capacidade dos tanques de armazenagem.
Os encontros entre governo e o setor serão permanentes até o fim do ano. "Estamos nos empenhando para evitar os problemas", disse Alísio Vaz, presidente do Sindicom.
Procurada pela Folha, a Petrobras afirmou que não iria comentar a questão. O Ministério de Minas e Energia foi procurado no fim da tarde de quinta-feira e, até o fechamento desta edição, não havia dado resposta.



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