terça-feira, 13 de novembro de 2012

#BOMBA! Para Governo quem Ganha acima de R$ 290,00 é classe média.

Por Carlos Parrini ...

Sou do tempo em que os da classe média podia comprar carros e casas a prestação. Depois do PT, a Classe média é outra.
Cansei ver Lula cuspir que o PT elevou de classe 35 milhões de Pessoas, até ouvia algumas pessoas dizerem que ele transformou quem recebe auxílios do Governo, de classe média. Agora está explicado. Para o Governo quem ganha de R$ 291,00 a R$ 1.019,00, é da classe média. Assim, se uma família de 1 pessoa só tem renda de R$ 291,00 pode ser considerada da classe média. Mesmo que esse valor não cubra despesas com a cesta básica, vestuário, educação alugueis e saúde, mas pertence a classe média, hoje popularmente conhecida como classe Mérdia. Mesmo ganhando uma miséria, o felizardo tem o direito de se achar. Vejam que nem o Salário Mínimo de R$ 622,00  é suficiente para manter um cidadão no mês. Isso é tão verdade que o Bolsa Presidiário é de R$ 915,00, bem melhor que o salário do trabalhador. 


Segundo o DIEESE, criado na época em que o PT supostamente defendia os trabalhadores, hoje defende um salário mínimo de R$ 2.616,00.
Números entram, números saem, fica a mania de grandeza do PT de nunca na história do Brasil, ter feito tanto pelos trabalhadores, sé é que você pode dizer que presidiários e gente que recebe abaixo de salário mínimo, são trabalhadores.
Criando números, fazendo uma mágicas, fica até fácil transformar pessoal da baixa renda em classe média. Seguindo esse raciocínio, eu já fui rico e agora decaí para a classe A pelo arrocho salarial imposto pelo PT aos aposentados. Se tudo continuar como está, logo estarei nessa classe mérdia, inclusive recebendo menos que presidiário. Mereço por ter estudado tanto e não ter sido vagabundo.


Vejam a Matéria:

Mais de 50% dos brasileiros estão na classe média

Nos últimos dez anos, 35 milhões foram incluídos no grupo, segundo o estudo do governo que usa classificação para famílias com renda per capita mensal entre R$ 291 e R$ 1.019

Atualmente mais da metade da população brasileira (53%) fazem parte da classe média, o que significa um total de 104 milhões de brasileiros. Nos últimos dez anos, foram 35 milhões os brasileiros incluídos na classe média. Os dados foram divulgado hoje (20) pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República no estudo Vozes da Classe Média.
De acordo com o estudo, a expansão desse segmento resultou de um processo de crescimento do país combinado com redução na desigualdade. A estimativa é que, mantidas a taxa de crescimento e a tendência de queda nas desigualdades dos últimos dez anos, a classe média chegue a 57% da população brasileira em 2022.A pesquisa classifica como classe média os que vivem em famílias com renda per capita mensal entre R$ 291 e R$ 1.019 e tem baixa probabilidade de passar a ser pobre no futuro próximo.
Wilson Dias/ABr
Um total de 104 milhões de brasileiros pertence à classe média, segundo o governo

Os dados indicam que a redução da classe baixa foi mais intensa do que a expansão da classe alta. De 2002 a 2012 ascenderam da classe baixa para a média, 21% da população brasileira, enquanto da classe média para a alta ascenderam 6%.
O ministro da SAE, Moreira Franco, destacou o importância do crescimento da classe média para movimentar e impulsionar a economia do país, pois essa fatia da população responde por 38% da renda e do consumo das famílias. “Em torno de 18 milhões de empregos foram criados na última década, esses empregos formais foram associados a uma política adequada de salário mínimo que deu ganhos reais acima da inflação aos brasileiros”, disse Franco.
O crescimento da renda da classe média tem sido maior do que o do restante da população, de acordo com os dados apresentados no estudo. Enquanto na última década a renda média desse segmento cresceu 3,5% ao ano, a renda média das famílias brasileiras cresceu, no mesmo período, 2,4% ao ano.
“A classe média brasileira vai movimentar em 2012 cerca de R$ 1 trilhão”, estimou Renato Meirelles, do instituto de pesquisa Data Popular, que participou da elaboração do estudo.
O estudo usa como base dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Data Popular.



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