quarta-feira, 14 de novembro de 2012

#BOMBA! Min.Dias Toffoli defende que mensaleiros do PT não sejam presos.

Por Carlos Parrini ... 

Desde garotinho eu aprendí que tem dois crimes inafiançáveis: Não pagar pensão alimentícia e desvio de dinheiro publico. Ninguém foge da cadeia. Isso é batata.
Já em outros crimes é até relativo. Em um caso uma empregada doméstica furtou uma margarina de um supermercado e foi presa  a quatro meses sem direito a hábeas corpus.
Já os Mensaleiros desviaram milhões dos cofres públicos. Por que deveriam ficar livres? Por que a empregada doméstica que praticou um simples furto para se alimentar tem de ser presa e eles não?

Sem trabalho por ter absolvido todo mundo, Tóffoli dorme.

Fico admirado como um Advogado, que conseguiu chegar a Juiz e Agora Ministro do Supremo, poderia defender uma proposta como essa.
Mesmo eu sendo leigo, consigo entender que o corrupto quando desvia dinheiro que deveria ir para saúde, segurança e infra-estrutura, ele além de roubar, está contribuindo para os milhares que morrem anualmente por falta de verbas nesses setores importantes.
Por saber que esse Ministro já trabalhou para José Dirceu e o PT, até dá para entender a razão de querer defender seus ex-Patrões. O que não dá para entender é como esse cidadão chegou a ser um JUIZ sem saber separar as coisas.
Gostaria de voltar a ser garotinho para entender, sem questionar.


Vejam a notícia colhida na net:

Na despedida de Ayres Britto, Toffoli defende que mensaleiros não sejam presos

Ex-advogado do PT, ministro Dias Toffoli criticou as sentenças proferidas pela corte e defendeu a aplicação de penas pecuniárias aos condenados

Gabriel Castro e Laryssa Borges
Na última sessão de julgamento do mensalão sob a presidência de Carlos Ayres Britto, o ministro José Dias Toffoli, recém-chegado ao Supremo Tribunal Federal (STF) após fazer carreira como advogado do PT, provocou reação da corte ao defender abertamente e de forma exaltada que os mensaleiros condenados não sejam presos. Para levantar sua tese que ignora o Código Penal brasileiro, Toffoli evocou a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que afirmou nesta terça-feira preferir morrer a cumprir uma longa pena em um presídio brasileiro.
A manifestação de Toffoli ocorreu na primeira sessão da corte após a fixação de das penas aos réus petistas do núcleo político do mensalão: José Dirceu, para quem o ministro já advogou, José Genoino e Delúbio Soares. Também coincidiu com a sessão na qual a corte definiu a pena para o banqueiro José Roberto Salgado, defendido pelo mais ilustre dos advogados que atuam no mensalão, o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos - que lamentou a pena.
Toffoli defendeu nesta quarta-feira a aplicação de penas alternativas aos condenados. No limite, chegou a dizer que a prisão é um resquício "medieval". "Para mim, pesam mais os efeitos pecuniários do que os efeitos restritivos de liberdade. E pondero a corte para refletir sobre isso", disse. O ministro afirmou que é preciso ser "contemporâneo": "As penas restritivas de liberdade que estão sendo impostas neste processo não têm parâmetros com o processo judiciário brasileiro". 
De acordo com as penas aplicadas pela corte, José Dirceu (10 anos e 10 meses) e Delúbio Soares (8 anos e 11 meses) deverão iniciá-las em regime fechado. José Genoino (6 anos e 7 meses) trabalhará em uma colônia agrícola.
Reação - Em resposta a Toffoli, o decano da corte, o ministro Celso de Mello, destacou que é papel do próprio ministério resolver o problema das más-condições em presídios: "Cabe ao Ministério da Justiça exercer papel de liderança sob pena de se comprometer", disse ele.
O ministro Luiz Fux disse concordar, em tese, com os argumentos de Toffoli, mas lembrou que o papel do Judiciário é seguir com obediência a legislação em vigor: "Nós temos que respeitar a opção do legislador. Temos que, necessariamente, obedecer a decisão do legislador para que não haja a tão indesejada supremacia judicial", disse ele.
Outro integrante da corte, Gilmar Mendes, disse que o reconhecimento feito por Cardozo foi tardio: "Eu também louvo as palavras do ministro da Justiça de preocupação com as penas de prisão. Só lamento que tenha falado só agora".
A superlotação do sistema prisional por vezes é usada para justificar a progressão de regime (do fechado para o semiaberto ou do semiaberto para o fechado). Mas, no caso do mensalão, quem definiria esse benefício seriam os juízes da Varas de Execução Penal.
FONTE: VEJA

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