domingo, 14 de outubro de 2012

#BOMBA! Nas #Eleicoes2012, Governo do PT estoura CARTÕES CORPORATIVOS.

Por Carlos Parrini...
Nessas épocas de eleições, o governo sempre estoura os cartões. Gasta dinheiro público desde tapiocas, freeshops, armas, cabeleireiros, petshops e até em campanhas eleitorais. Para piorar as coisas, escondem gastos sob a desculpa de sigilo da lei de segurança nacional. Lei essa que foi criada pelos Militares mas que não tiveram interesse de acabar. Certos gastos, precisam ser sigilosos para o povo.


Enfim, esse é Governo do PT. Diziam que combatiam a ditadura mas não acabaram com leis criadas por eles, mas de vez em quando, descobrimos alguns gastos e flagrantes como esses milionários abaixo, feito por Lula e Dilma, que tentaram esconder a 7 chaves.



Vejam os gastos e alguns flagrantes:


Cartões: governo eleva gastos nas campanhas    
14/10/2012 | 00:00 

Durante os quatro meses das campanhas municipais, de junho a setembro, o governo federal gastou R$ 14,5 milhões com cartões corporativos, R$ 3,5 milhões a mais que os cinco primeiros meses de 2012. 
Total do ano: R$ 25,5 milhões. 
A conta da Presidência da República ultrapassa os R$ 7 milhões, gastos que são protegidos por “sigilo” sob a justificativa de“segurança da sociedade e do Estado”.
 http://www.claudiohumberto.com.br/principal/ 

sábado, 5 de março de 2011


#BOMBA! Dilma gasta 72% mais do que Lula no cartão corporativo secreto!


Os gastos secretos da Presidência da República atingiram estratosféricos R$ 884.887,29 no mês de janeiro de 2011. Considerando-se que a média mensal de 2010 foi de R$ 512.544,50, o aumento é de mais de 72%. Em época de corte de gastos, de PIB caindo e de volta da inflação, é uma péssima notícia para o contribuinte. Quem achava que Lula gastava muito, não conhecia a Dilma com o cartão corporativo secreto na mão.
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Ou será que os gastos ainda foram de Lula? Como é secreto, escondido, obscuro, ninguém sabe ao certo. A única certeza é que o aumento é um absurdo, tanto para um governo que começa quanto para um governo que termina. Que se expliquem!

http://www.transparencia.gov.br/PortalCartaoPortador.asp?Ano=2011&CodigoOS=20101&NomeOS=PRESIDENCIA%20DA%20REPUBLICA&CodigoOrgao=20101&NomeOrgao=PRESIDENCIA%20DA%20REPUBLICA&CodigoUG=110001&NomeUG=SECRETARIA%20DE%20ADMINISTRACAO/PR


quarta-feira, 6 de abril de 2011


#BOMBA! CARTÃO CORPORATIVO paga fatura na C&A Modas.



http://www.implicante.org/blog/o-custo-presidenta/

Abuse & Use
Um caso curioso é o do coordenador operacional do IBGE no Amazonas, José Ilcleson Mendes Coelho. Desde 2007 descobriu as facilidades do Cartão Corporativo. No primeiro ano de uso gastou R$54.199,00. Em quê? Não sabemos, os extratos só registram saques em dinheiro. Já em 2008 o servidor retirou bem menos – R$4.300,00, também sem prestar contas.

A partir de 2009 alguns dos gastos do coordenador foram expostos na vitrina do portal. Comedido, amealhou durante o ano só R$11.600,37. O mesmo não ocorreu em 2010, ano em que as despesas subiram para incríveis R$60.784,19 anuais.


Nesse período foram registradas despesas curiosas, como o pagamento de fatura da loja de departamento C&A, além de várias contas de telefone celular. O telefone até damos um desconto, mesmo porque ele deve usar no trabalho, já os da C&A não dá.



Gastos secretos com cartão corporativo chegam a R$ 89,7 milhões em três anos
Dyelle Menezes e Yuri Freitas
Do Contas Abertas
O primeiro ano do governo Dilma Rousseff trouxe novidades em favor da transparência, como, por exemplo, a Lei de Acesso às Informações Públicas, que começa a vigorar em maio. Apesar disso, entre 2009 e 2011, os gastos sigilosos do governo federal por meio do cartão corporativo – cuja natureza não pode ser divulgada “para garantia da segurança da sociedade e do Estado”, nos termos da legislação – atingiram a cifra de R$ 89,7 milhões. O valor representa 44,1% do total de gastos com cartões corporativos durante o período. (veja tabela)
Em 2011, os gastos secretos do cartão corporativo atingiram o montante de R$ 29,9 milhões, cerca de R$ 2 milhões a menos do que em 2010, quando R$ 32 milhões foram empregados nas despesas deste tipo. Contudo, em 2009, R$ 27,8 milhões foram utilizados nas despesas secretas do cartão.
 Nos três últimos anos, o órgão superior que mais se utilizou da confidencialidade de gastos foi a Presidência da República (PR), com montante de R$ 48,5 milhões – R$ 16,5 milhões apenas em 2011. Logo em seguida está o Ministério da Justiça, com despesas no valor de R$ 40 milhões.
Para fechar a conta, vêm bem atrás o Gabinete da Vice-Presidência da República (R$ 1,8 milhões), o Ministério da Fazenda (R$ 488 mil) e o Ministério da Defesa (R$ 92,4 mil).
Dentro das despesas não descriminadas da PR, 61,8% são de responsabilidade da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), totalizando R$ 29,3 milhões, com gastos aproximados de R$ 6,8 milhões em 2009, R$ 11,2 milhões em 2010 e R$ 11,3 milhões em 2011.
O restante dos gastos secretos, realizados através do cartão corporativo, foi feito pela Secretaria de Administração da Presidência da República, com cerca de R$ 18,1 milhões – que, ao contrário da ABIN, apresentou processo de redução desse tipo de despesas no período, com R$ 6,8 milhões em 2009, R$ 6,2 milhões em 2010 e R$ 5,2 milhões em 2011.
Da parte do Ministério da Justiça, quase a totalidade dos gastos secretos nos três anos foi destinada ao “Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal” (PF), ultrapassando a marca de R$ 39,9 milhões.
As despesas foram majoritariamente empregadas nas superintendências regionais da PF nos estados (cerca de R$ 29,1 milhões), mas também há despesas referentes à Coordenação de Administração (R$ 9,2 milhões), Diretoria Técnico-Científica (R$ 181,9 mil), além de outras unidades gestoras igualmente vinculadas à PF.
O Gabinete da Vice-Presidência da República, por sua vez, teve aumentos gradativos de gastos dessa espécie durante os anos. Foram aproximadamente R$ 469,8 mil em 2009, R$ 618,6 mil em 2010 e R$ 672,5 mil em 2011.
Nesse espaço de tempo, 77,3% dos gastos restritos do Ministério da Fazenda, cerca de R$ 377 mil, provieram da Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação da Receita Federal. O restante dos dispêndios está relacionado ao Fundo Constitucional do DF e à Polícia Civil.
Dentro do Ministério da Defesa (R$ 92,4 mil, já citados), os gastos dessa natureza correspondem a R$ 11,7 mil do Comando do Exército, R$ 25,7 mil da Marinha e R$ 55 mil da Aeronáutica.
Controle
De acordo com recomendações da Controladoria Geral da União (CGU), os servidores que utilizam o cartão devem se pautar pelos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O cartão substitui a modalidade de gasto chamada suprimento de fundos. Nela, um adiantamento é concedido ao servidor, a critério e sob a responsabilidade da figura do controlador de despesas em cada instituição. Há um prazo estipulado para a aplicação e a comprovação dos gastos, mas não há um controle na internet como ocorre com os cartões.
Além do controle interno, o Tribunal de Contas da União (TCU) também atua na fiscalização destes gastos. Entre as irregularidades já identificadas pelo tribunal estão a aquisição de material permanente e os pagamentos de gratificações a informantes e colaboradores.





A farra dos cartões corporativos continua

A farra dos cartões corporativos continua
De abril a outubro, registrou-se aumento de 330% nos gastos do Governo Federal com os polêmicos cartões corporativos. De lá para cá, os valores pularam de R$ 14 milhões para R$ 46 milhões. Segundo Giba Um, só a Presidência da República torrou perto de R$ 10 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões são considerados sigilosos e enquadrados no rótulo de segurança nacional. Supostamente, até gastos pessoais da primeira-dama Marisa Letícia, feitos por meio do cartão de uma de suas assessoras, estão enquadrados nesse total. No bloco do Ministério da Justiça, a Polícia Federal já gastou, até agora, R$ 10,2 milhões em diversas operações. Os gastos do Governo com cartões, para quem gosta de comparações, correspondem a mais da metade da verba utilizada pelo Ministério dos Esportes neste ano.
Charge do "Ideias Expolosivas"
Charge do "Ideias Expolosivas"
De abril a outubro, registrou-se aumento de 330% nos gastos do Governo Federal com os polêmicos cartões corporativos. De lá para cá, os valores pularam de R$ 14 milhões para R$ 46 milhões. Segundo Giba Um, só a Presidência da República torrou perto de R$ 10 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões são considerados sigilosos e enquadrados no rótulo de segurança nacional. Supostamente, até gastos pessoais da primeira-dama Marisa Letícia, feitos por meio do cartão de uma de suas assessoras, estão enquadrados nesse total. No bloco do Ministério da Justiça, a Polícia Federal já gastou, até agora, R$ 10,2 milhões em diversas operações. Os gastos do Governo com cartões, para quem gosta de comparações, correspondem a mais da metade da verba utilizada pelo Ministério dos Esportes neste ano.






Matilde entrega o cargo e admite uso irregular do cartão corporativo

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

Matilde Ribeiro anunciou hoje a saída da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial após ser acusada de usar irregularmente o cartão corporativo do governo. O desligamento foi comunicado logo depois de um encontroentre Matilde e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. "Diante dos fatos, solicito meu desligamento", afirmou.
23.mar.2007/Folha Imagem
Matilde sai do governo após usar irregularmente cartão corporativo
Matilde sai do governo após usar irregularmente cartão corporativo
Ela admitiu que usou indevidamente o cartão. "Assumo o erro administrativo no uso do cartão. Os fatos partiram da dificuldade com deslocamento e hospedagem fora de Brasília", disse ela. "Foi um erro administrativo que pode e deve ser corrigido."
Ao tentar justificar o uso indevido do cartão, Matilde disse que foi mal orientada por dois funcionários da secretaria. "Não estou arrependida. Fui orientada a usar o cartão", disse ela, afimando depois que esses funcionários já foram demitidos.
Matilde atribuiu parte do problema do uso irregular do cartão à falta de estrutura da pasta. No entanto, ela fez questão de destacar que outros ministros também erraram. "Este erro não foi cometido exclusivamente por mim."
Segundo ela, o trabalho de uma agente política, as vezes, continua no almoço ou no jantar.
A permanência de Matilde no governo passou a ser questionada após o desgaste provocado pela denúncia de irregularidades no uso do cartão de crédito corporativo. Em 2007, as despesas de Matilde com o cartão corporativo somaram R$ 171 mil. Desse total, ela gastou R$ 110 mil com o aluguel de carros e mais de R$ 5.000 em restaurantes.
Um dos gastos considerados suspeitos foi o pagamento de uma conta de R$ 461,16 em um free shop. A assessoria da ex-ministra disse que ela usou o cartão corporativo por engano e que já teria devolvido o montante para os cofres públicos.



Orlando Silva: o ministro comunista que comprava tapioca com cartão corporativo, hoje em dia administrando maracutaias pra produzir ganhos financeiros pro seu partido




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