sábado, 13 de outubro de 2012

#BOMBA! PF e TCU encontram Fraudes no MEC de #HADDAD!

Por isso que estamos alertando aqui: Não votem em PTistas. Vejam que  a liderança deles já está sendo condenada pelo STF por desvios de verbas dos cofres Públicos. Não se deixem enganar nem que LULA, DILMA e todos membros dessa quadrilha, digam que são inocentes. Se o STF está condenando, é porque merecem. O Resto é papo furado e engana trouxas.
Isso é uma máfia. Enquanto tiver integrantes dela no Governo, mais vão desviar verbas públicas, mesmo com os chefões dentro dos presídios. Portanto, aconselho a defenestrarem os PTistas que restam nessas eleições pois são todos farinha do mesmo saco. Eles estão dispostos a tudo para se manterem no poder, chantagear juízes, falar mal da imprensa, enganar o povo, cometer crimes eleitorais e tudo o que se possa fazer. Jamais vão querer perder essa mamata de desvio sem punição. 
Chegou a hora de mudar gente. #MUDABRASIL!!!!

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Leiam a matéria conforme transcrita da FOLHA:

PF também investiga suspeita de fraude em licitação do MEC

DIMMI AMORA
FERNANDO MELLO
DE BRASÍLIA

A Polícia Federal abriu inquérito para apurar suspeitas de fraude em contratos do Ministério da Educação para a prestação de serviços de informática no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
Segundo a Folha apurou, a polícia já reuniu indícios de que um mesmo grupo criou, em nome de laranjas, três das quatro empresas que venceram lotes da licitação.
Já foram interrogados, desde o início deste ano, dezenas de empresários e servidores envolvidos no negócio.
Conforme a Folha noticiou ontem, auditoria do Tribunal de Contas da União também encontrou irregularidades nessa concorrência, que soma R$ 42,6 milhões. Ela foi promovida pelo MEC em 2011, na gestão do hoje candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad.
A contratação foi ordenada em maio do ano passado, após problemas na realização de edições do Enem.
As vencedoras foram Ata Comércio e Serviços, DNA Soluções Inteligentes, Jeta Soluções e Serviços e Monal Informática. As suspeitas se concentram nas três últimas.
INDÍCIOS
Nos caso da Monal e da Jeta, a PF suspeita que uma mesma pessoa produziu assinaturas diferentes em documentos apresentados. Já foi constatado pelo menos um falso atestado de capacidade de uma empresa.
Outro fato que chamou a atenção dos investigadores foi a baixa disputa. O valor pago pelo MEC por seis lotes de serviços e equipamentos significou um desconto de 13% sobre o preço máximo. Mas, em alguns lotes, o desconto ficou em 4%, bem abaixo do padrão dos pregões eletrônicos (entre 20% e 30%).Nesses lotes, concorrentes fizeram uma única proposta e logo abandonaram o pregão.
O inquérito diz que as empresas podem ter infiltrado pessoas na área de informática do Inep, o órgão do MEC responsável pelo Enem.
A PF também concluiu que parentes de servidores do órgão prestavam serviços ou forneciam material para as vencedoras da licitação.
Além disso, a polícia suspeita que o Inep comprou mais do que precisava: até agora, pagou e faz uso de apenas 13% dos equipamentos e não manifestou interesse pela entrega do restante.
Isso foi possível porque a concorrência seguiu o modelo de ata de registro de preços --no qual se pode licitar acima do necessário para, se for o caso, voltar a adquirir equipamentos ou permitir que outros órgãos públicos façam a compra pelo mesmo preço.
O trabalho da PF agora se concentra em rastrear os R$ 5,7 milhões já pagos pelo Inep pelos equipamentos.
ELEIÇÃO
O tucano José Serra usou o episódio para atacar o adversário na disputa pela Prefeitura de São Paulo.
"Agora, tomamos conhecimento que houve fraude. Além de o Enem ter fracassado profundamente nas mãos do Haddad, agora temos problemas de irregularidades, compadrio, licitações viciadas, segundo aponta o TCU", afirmou Serra.
OUTRO LADO
O MEC informou que requisitou à Polícia Federal a realização de perícias em documentos das empresas Jeta e Monal, que não receberão pagamentos até o fim da sindicância aberta pela pasta.
Segundo o ministério, é preciso aguardar as conclusões da PF para atestar a falsidade dos documentos. O MEC informou ainda que todos os equipamentos comprados foram entregues.
A assessoria de Fernando Haddad disse que ele, ao deixar o ministério, tinha conhecimento de que o processo estava em investigação. Foi ele quem autorizou a suspensão de pagamentos do contrato de empresas sob suspeita.
A Ata Comércio e Serviços disse ter cumprido sua parte no contrato e que não foi informada sobre nenhuma irregularidade. As outras empresas não se manifestaram.


Demétrius Daffara/Editoria de arte/Folhapress



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