segunda-feira, 18 de junho de 2012

#BOMBA! Lula conspira e articula GOLPE contra a democracia!

Isso é muito grave! Acho que já foram longe demais. Esse mal tem que ser combatido o quanto antes. E o ideal é que se inicie uma campanha contra já nas próximas eleições para Prefeito, este ano. 
A Ex-Senadora PTista Heloísa Helena, já disse que "essa quadrilha é capaz de roubar e matar". 
Vejam que o PT se uniu ao PMDB de José Sarney, Jáder Barbalho, Renan Calheiros, Collor, para conseguir a Governabilidade através do "É dando que se Recebe". Acabou de se juntar ao ex-presidiário e bandido procurado pela Interpol, Paulo Maluf, para tomar poder em São Paulo.



Com o Executivo nas mãos e o Congresso DOMINADO, o próprio Lula pessoalmente cuidou de conseguir a FORÇA o apoio do STF, onde a maioria foram indicados por ele e Dilma, da maneira mais sórdida possível: A CHANTAGEM. Sim, informado por seus Aspones e Aloprados que o Ministro Gilmar teve um encontro na Alemanha com o Senador Demóstenes, tentou chantageá-lo para o adiamento do Julgamento do Mensalão. Demonstrou que tinha divulgar uma falsa denuncia de que Ministro teve suas passagens pagas por criminosos e que o encontro na Alemanha também seria criminoso. 
Sorte nossa que o Ministro Gilmar Mendes, embora não seja flor que se cheire, não se deixou denunciar  por LULA e colocou a boca no trombone, onde mostrou provas (leia AQUI).
Bom, sem conseguir Dominar o STF de Imediato pela tentativa frustrada em cima do Ministro Gilmar, estão buscando outras formas de pelo menos calar o SUPREMO como um todo.
Vejam a matéria divulgada:


O ex-presidente Lula quer tirar o poder do STF; abaixo reprodução da coluna de Claudio Humberto
O ex-presidente Lula quer tirar o poder do STF; abaixo reprodução da coluna de Claudio Humberto


Aqui a reportagem mais completa divulgada pela VEJA:


CCJ aprova PEC que permite mudar decisão do Judiciário

Atualmente, o Legislativo pode mudar somente decisões do Executivo

Nuvens carregadas sobre o prédio do Congresso Nacional, em Brasília
CCJ da Câmara aprovou proposta de emenda constitucional que permite ao Congresso sustar decisões do Poder Judiciário (Dida Sampaio/AE)
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, uma proposta de emenda constitucional (PEC) que permite ao Congresso sustar decisões do Poder Judiciário. Atualmente, o Legislativo pode mudar somente decisões do Executivo. A proposta seguirá agora para uma comissão especial.
O objetivo da proposta, de autoria do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), é permitir que o Congresso tenha a possibilidade de alterar decisões do Judiciário se considerar que elas exorbitaram o "poder regulamentar ou os limites de delegação legislativa".
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski disse que é preciso verificar se a PEC não fere a separação dos poderes, cláusula pétrea da Constituição. “É preciso verificar isso à luz da separação dos poderes”, disse.
Evangélicos - A PEC tornou-se prioridade da frente parlamentar evangélica desde que o STF decidiu permitir o aborto de fetos anencéfalos. O coordenador da bancada, deputado João Campos (PSDB-GO), afirma que o objetivo é enfrentar o "ativismo judiciário".
"Precisamos colocar um fim nesse ativismo, nesse governo de juízes. Isso já aconteceu na questão das algemas, da união estável de homossexuais, da fidelidade partidária, da definição dos números de vereadores e agora no aborto de anencéfalos", afirma Campos. Apesar do empenho, os evangélicos reconhecem que a possibilidade de suspender decisões valeria apenas para o futuro.



Mas a situação não só é grave como é preocupante. Estamos falando de Golpe contra a Democracia que eles supostamente lutaram a favor na Ditadura (Embora metade da torcida do Corintians jura que eles lutavam para implantação do Comunismo no Brasil, tanto que o PCdoB governa ao lado deles hoje em dia). Vejam que nesta última semana houve diversas matérias a esse respeito. Como sabemos que o PT é aliado com países de ditadores e genocidas como Cuba, Venezuela, Irã, Síria, entre outros, já nos faz colocar as barbas de molho. Por isso não podemos pagar pra ver. As Eleições de 2012 estão aí e chegou a hora de darmos um basta. Não espere pela ajuda da UNE, Caras Pintadas, Sindicatos, CUT, MST, MLST para denunciarem e protestarem pois estão todos mamando nas tetas do Governo. Todos fazem parte dessa quadrilha de Golpistas. CUIDADO!

Segue as notícias e textos interessantes sobre esse assunto:


PEC pode fixar mandato para ministro do STF


PEC pode fixar mandato para ministro do STF

A Proposta de Emenda Constitucional articulada secretamente, que pretende fazer do Senado instância de recurso para decisões do Supremo Tribunal Federal, inclui outra iniciativa polêmica: acabar a vitaliciedade dos mandatos dos ministros. Pretende-se adotar o modelo de cortes supremas da Alemanha e da França, cujos ministros têm mandato. No caso do Brasil, o mandato seria de no máximo 12 anos.




Lula, o unico

‘Dom Sebastião voltou’, um artigo de Marco Antonio Villa

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTE SÁBADO
MARCO ANTONIO VILLA
Luiz Inácio Lula da Silva tem como princípio não ter princípio, tanto moral, ético ou político. O importante, para ele, é obter algum tipo de vantagem. Construiu a sua carreira sindical e política dessa forma. E, pior, deu certo. Claro que isso só foi possível porque o Brasil não teve ─ e não tem ─ uma cultura política democrática. Somente quem não conhece a carreira do ex-presidente pode ter ficado surpreso com suas últimas ações. Ele é, ao longo dos últimos 40 anos, useiro e vezeiro destas formas, vamos dizer, pouco republicanas de fazer política.
Quando apareceu para a vida sindical, em 1975, ao assumir a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, desprezou todo o passado de lutas operárias do ABC. Nos discursos e nas entrevistas, reforçou a falácia de que tudo tinha começado com ele. Antes dele, nada havia. E, se algo existiu, não teve importância. Ignorou (e humilhou) a memória dos operários que corajosamente enfrentaram ─ só para ficar na Primeira República ─ os patrões e a violência arbitrária do Estado em 1905, 1906, 1917 e 1919, entre tantas greves, e que tiveram muitos dos seus líderes deportados do País.
No campo propriamente da política, a eleição, em 1947, de Armando Mazzo, comunista, prefeito de Santo André, foi irrelevante. Isso porque teria sido Lula o primeiro dirigente autêntico dos trabalhadores e o seu partido também seria o que genuinamente representava os trabalhadores, sem nenhum predecessor. Transformou a si próprio ─ com o precioso auxílio de intelectuais que reforçaram a construção e divulgação das bazófias ─ em elemento divisor da História do Brasil. A nossa história passaria a ser datada tendo como ponto inicial sua posse no sindicato. 1975 seria o ano 1.
Durante décadas isso foi propagado nas universidades, nos debates políticos, na imprensa, e a repetição acabou dando graus de verossimilhança às falácias. Tudo nele era perfeito. Lula via o que nós não víamos, pensava muito à frente do que qualquer cidadão e tinha a solução para os problemas nacionais ─ graças não à reflexão, ao estudo exaustivo e ao exercício de cargos administrativos, mas à sua história de vida.
Num país marcado pelo sebastianismo, sempre à espera de um salvador, Lula foi a sua mais perfeita criação. Um dos seus “apóstolos”, Frei Betto, chegou a escrever, em 2002, uma pequena biografia de Lula. No prólogo, fez uma homenagem à mãe do futuro presidente. Concluiu dizendo que ─ vejam a semelhança com a Ave Maria ─ “o Brasil merece este fruto de seu ventre: Luiz Inácio Lula da Silva”. Era um bendito fruto, era o Messias! E ele adorou desempenhar durante décadas esse papel.
Como um sebastianista, sempre desprezou a política. Se ele era o salvador, para que política? Seus áulicos ─ quase todos egressos de pequenos e politicamente inexpressivos grupos de esquerda ─, diversamente dele, eram politizados e aproveitaram a carona histórica para chegar ao poder, pois quem detinha os votos populares era Lula. Tiveram de cortejá-lo, adulá-lo, elogiar suas falas desconexas, suas alianças e escolhas políticas. Os mais altivos, para o padrão dos seus seguidores, no máximo ruminaram baixinho suas críticas. E a vida foi seguindo.
Ele cresceu de importância não pelas suas qualidades. Não, absolutamente não. Mas pela decadência da política e do debate. Se aplica a ele o que Euclides da Cunha escreveu sobre Floriano Peixoto: “Subiu, sem se elevar ─ porque se lhe operara em torno uma depressão profunda. Destacou-se à frente de um país sem avançar ─ porque era o Brasil quem recuava, abandonando o traçado superior das suas tradições…”.
Levou para o seu governo os mesmos ─ e eficazes ─ instrumentos de propaganda usados durante um quarto de século. Assim como no sindicalismo e na política partidária, também o seu governo seria o marco inicial de um novo momento da nossa história. E, por incrível que possa parecer, deu certo. Claro que desta vez contando com a preciosa ajuda da oposição, que, medrosa, sem ideias e sem disposição de luta, deixou o campo aberto para o fanfarrão.
Sabedor do seu poder, desqualificou todo o passado recente, considerado pelo salvador, claro, como impuro. Pouco ou nada fez de original. Retrabalhou o passado, negando-o somente no discurso.
Sonhou em permanecer no poder. Namorou o terceiro mandato. Mas o custo político seria alto e ele nunca foi de enfrentar uma disputa acirrada. Buscou um caminho mais fácil. Um terceiro mandato oculto, típica criação macunaímica. Dessa forma teria as mãos livres e longe, muito longe, da odiosa ─ para ele ─ rotina administrativa, que estaria atribuída a sua disciplinada discípula. É um tipo de presidência dual, um “milagre” do salvador. Assim, ele poderia dispor de todo o seu tempo para fazer política do seu jeito, sempre usando a primeira pessoa do singular, como manda a tradição sebastianista.
Coagir ministros da Suprema Corte, atacar de forma vil seus adversários, desprezar a legislação eleitoral, tudo isso, como seria dito num botequim de São Bernardo, é “troco de pinga”.
Ele continua achando que tudo pode. E vai seguir avançando e pisando na Constituição ─ que ele e seus companheiros do PT, é bom lembrar, votaram contra. E o delírio sebastianista segue crescendo, alimentado pelos salamaleques do grande capital (de olho sempre nos generosos empréstimos do BNDES), pelos títulos de doutor honoris causa (?) e, agora, até por um museu a ser construído na cracolândia paulistana louvando seus feitos.
E Ele (logo teremos de nos referir a Lula dessa forma) já disse que não admite que a oposição chegue ao poder em 2014. Falou que não vai deixar. Como se o Brasil fosse um brinquedo nas suas mãos. Mas não será?
MARCO ANTONIO VILLA, HISTORIADOR,  É PROFESSOR DA , UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (UFSCAR)





Senadora comunista defende a "cubanização" da medicina brasileira.

A senadora Vanessa Grazziotin, defendendo a "cubanização" da medicina brasileira, 
informa que foi tratada por um médico peruano e "ficou boa".
Que grande argumento! Esta é a mesma senadora que disse que pelo fato
dos bois comerem ração transgênica, nós, os seres humanos, podemos virar
transgênicos. Estão achando que é mentira? Leiam aqui. 
O governo brasileiro, por meio do PT, com seleção do PT, enviou centenas
de jovens para sofrerem lavagem cerebral em Cuba, aprenderem táticas de
guerrilha e outras atividades nada acadêmicas, fazendo, ao mesmo tempo,
um curso de medicina naquele país. Submetidos a testes de convalidação
do diploma quando voltam ao Brasil, para verificar o nivelamento da
formação de lá com a daqui, nenhum "médico" cubano é aprovado, 
pois o curso de lá assemelha-se a um técnico em enfermagem.

Abaixo, notícia publicada hoje no Estadão:

A resistência em aceitar médicos "estrangeiros" só existe para defender
interesses corporativos, diz a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM).
"O médico brasileiro está onde o dinheiro está. Só quem conhece bem o
interior do Norte, do Nordeste, sabe a dificuldade de arrumar um médico
disposto a trabalhar no sistema público."
Ela diz que já viu médicos de várias nacionalidades atuando. A própria
senadora, durante campanha, foi atendida por um médico peruano. "Deu
tudo certo. Fui medicada, fiquei boa. Se ele não tivesse ali, quem me
atenderia?"
Ela é autora de um projeto para alterar as regras de validação do diploma no Brasil. O
senador Roberto Requião (PMDB-PR) tem iniciativa semelhante. "Os
projetos estão lá para serem discutidos. Claro que a proposta vai mudar
bastante. Mas não podemos conviver com esse problema. É preciso colocar
em práticas novas estratégias para garantir atendimento a todos."



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