terça-feira, 15 de maio de 2012

#AcordaBrasil! #Dilma prometeu 6500 creches e não construiu nenhuma.

Maldita a hora que FHC criou essas bolsas assistencialistas pois estas tem sido a prioridade de seus sucessores: Criar tantas bolsas quanto são a ignorância do povo. Não que o Povo não necessite de ajuda. Mas porque jogaram-no ao ostracismo, comodidade e joguete político. "Eu não tenho trabalho mas tenho as bolsas", conforma-se.
Acredito que seja muito mais barato criar programas assistencialistas do que construir creches.
Quando o Governo do PT tem algum projeto que prometeu e precisa ser executado, existem vários impedimentos (Vide as obras da Transposição do São Francisco que já dura 8 anos, dobrou de valor e precisa ser refeito). Como o Partido está cheio de corruptos e conta com o apoio de uma grande base de apoio com outros tantos, acaba se desgastando, tendo que demitir ministros ou vendo a Imprensa, MP e PF fazendo uma devassa em suas vidas. Isso dá muita dor de cabeça, embora seja um terreno fértil para o desvio de verbas públicas.
Pensando nisso e na grande vantagem das bolsas em influenciar o Eleitor, o Governo largou mão de construir 6.500 creches, 500 UPAs, Transposição do São Francisco e outros Mega-projetos, para se dedicar a esses programas. Vejam que para tapear o povo, Dilma acaba de criar o programa Brasil carinhoso que ajuda famílias com filhos até 6 anos, com a quantia de R$ 70,00. Notem que na festa de lançamento, entre fogos, confetes e serpentinas, foi dito que é para acabar com a miséria e proporcionar a igualdade social e outras abobrinhas, enganando o povo de que os R$ 70 Reais é tão bom ou melhor que creches e hospitais. Se bem que como o próprio Lula disse: "Para pobre, R$ 30 reaus é muito.
Assim, o povo não tem creches nem Upas, mas tem R$ 70 pra torrar.
Dessa forma vão se perpetuando no poder. Enfeitando o pavão com Copas e Olimpíadas e tapeando o povo com uma diversidade grande de esmolas, ops, bolsas.
Maldito FHC.

Vejam a notícia sobre as creches conforme publicado pelo Estadão:

Programa Brasil Carinhoso nasce com déficit de creches

Embora Dilma tenha frisado que a construção de creches é prioridade, nenhuma das 6427 creches prometidas em campanha saiu do papel



Tânia Monteiro e Rafael Moraes Moura
Apesar de a presidente Dilma Rousseff assegurar na cerimônia de lançamento do programa Brasil Carinhoso que a construção de creches no País é "prioridade" do seu governo, nenhuma das 6427 creches que ela prometeu durante sua campanha entrou em funcionamento até agora. Segundo dados apresentados pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, existem hoje em funcionamento no País apenas 347 creches, todas do período pré Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC), ou seja, foram construídas até o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Principal aposta do PT nas eleições de 2012, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad deixou o ministério para se candidatar à Prefeitura de São Paulo sem entregar nenhuma das creches prometidas pela presidente.
Dilma prometeu eliminar até o final do seu governo a pobreza extrema no Brasil  - André Dusek/AE
André Dusek/AE
Dilma prometeu eliminar até o final do seu governo a pobreza extrema no Brasil
Em entrevista, o ministro da Educação informou que 1507 creches estão sendo construídas e na cerimônia desta segunda-feira, 14, outras 1512 foram contratadas. Aloizio Mercadante justificou a demora na entrega das obras alegando que os prefeitos levam de um ano e meio a dois anos para conseguir construir uma creche, atrasando o cronograma. "Mas, neste momento estamos até com um número maior do que o previsto", tentou comemorar o ministro, ao citar número de contratações. Segundo o ministro, o governo está buscando uma forma de acelerar estas construções porque "não existe restrição orçamentária" para este programa.
Na solenidade, a presidente Dilma Rousseff anunciou que toda a família que tenha pelo menos uma criança de zero a seis anos vai receber uma renda mensal, por pessoa da família, de no mínimo R$ 70. Como será uma renda complementar, se a família já for beneficiada pelo Bolsa Família, ela receberá apenas a diferença, de forma que se chegue a este mínimo per capta de R$ 70. Dois milhões de pessoas que vivem na extrema pobreza serão beneficiadas pelo programa. Os recursos serão pagos por meio do Bolsa Família. O custo do programa, segundo a ministra do Desenvolvimento Social, Teresa Campelo, será de R$ 2 bilhões. Para os dois próximos anos, segundo Mercadante, serão gastos R$ 8 bilhões, sendo R$ 4 bilhões em cada ano, totalizando R$ 10 bilhões até 2014. De acordo com Teresa Campelo, com apenas uma medida, será possível reduzir em 40% a pobreza extrema do país.
Em seu discurso, a presidente Dilma prometeu eliminar até o final do seu governo a pobreza extrema no Brasil e disse que o País precisa ter compromisso não só com crescimento do seu PIB, mas também com o crescimento do nível de vida da população, com oferta de oportunidades iguais para todos os brasileiros. "Nós temos de ter muito orgulho de termos esse foco social", disse a presidente acrescentando que "o governo encontrou formas de conduzir com muita clareza e muita justeza, esse caminho de desenvolvimento social, uma ampla e inquestionável justiça social". Para a presidente, é preciso ter "modéstia" de saber que está em "um terço deste caminho" de atendimento às famílias. "Ainda falta muito a fazer", prosseguiu ela, acentuando que o Brasil "não vai se conformar com uma situação que era característica do passado: a existência de dois `brasis"". Ela completou dizendo que "este é um governo que não tem medo de enfrentar" os problemas do País.








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