sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

BOMBA! Vem aí a GREVE GERAL da PM!

Parece que o Governo está brincando com uma coisa tão séria. Se pensam que prender e bater em Policiais vai resolver o problema grave dos baixos salários que recebem, estão super enganados. É aquela história: "Povo Unido, jamais será vencido". Parece que o movimento está se unindo para uma grande greve Nacional.
O povo que se cuide pois ele que acabará pagando o pato, como sempre. (As vezes penso que o povo merece isso tudo pois aceita esmolas, não reclama de seus direitos e etc, enquanto os Corruptos do Governo enricam cada vez mais).
Na Bahia onde o Governador PTista não faz outra coisa senão aparecer na frente das câmeras para posar de inocente, centenas já morreram por falta de segurança.
Uma pena que a GLOBO está pegando pesado contra a categoria que não tem quem os defenda. Claro que se não houver Carnaval, perderão muitos clientes e audiência.
Sou do tempo em que CUT, Força Sindical, UNE, e outros, ficavam ao lado dos trabalhadores, faziam greves geral, piquetes, passeatas, discursos e  lindos discursos sobre carros com som potente.
Pena que hoje em dia, perderam a identidade e se tornaram coniventes com a maior corrupção jamais vista na história do Brasil.
Queria vê-los saírem as ruas como, LULA fez em 2001, defendendo os policiais da Bahia e acusarem os Governos por esses salários de miséria.
Mas não farão isso com certeza pois, além de COVARDES, não querem perder a boquinha (Ou bocona).




Vejam a matéria conforme divulgada no ESTADÃO:


Cardozo: Governo tem 20 mil homens para fazer segurança em greves no País

Ministro da Justiça reafirmou que autoridades são contra anistia; mais 10 Estados podem ter paralisação


Vannildo Mendes, João Domingos e Rafael Moraes Moura - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - O governo federal tem planos de contingência, com mais de 20 mil homens de prontidão, para mandar ajuda a qualquer Estado que recorra à União para garantir a lei e a ordem pública devido à onda de greves de policiais militares que ameaça se expandir pelo País. A cargo dos Ministérios da Defesa e da Justiça, os planos incluem efetivos das Forças Armadas, Polícia Federal e Força Nacional de Segurança Pública, que tem uma reserva 10 mil policiais de elite recrutados nos Estados para pronto emprego.
"Se necessário, temos condições de mandar tropas não só ao Rio - onde as polícias Militar e Civil entraram em greve ontem - mas para qualquer Estado que necessite de reforço", informou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Cerca de 4 mil homens estão na Bahia, primeiro local atingido pela onda de greves planejada por policiais de vários Estados para forçar o Congresso a aprovar a PEC 300, proposta de emenda constitucional que cria o piso nacional da categoria.
Cardozo disse que, por enquanto, não há necessidade de mandar reforços ao Rio, onde a situação seu ver "é muito tranquila" e o governador Sérgio Cabral não viu necessidade de pedir ajuda por enquanto. Ele garantiu que todas as medidas foram adotadas para assegurar a tranquilidade de foliões e turistas durante o período carnavalesco. "Não tenho a menor dúvida de que o carnaval transcorrerá em absoluta normalidade na Bahia, no Rio e em todos os Estados".
O palácio do Planalto avalia que o tratamento de choque dado aos grevistas na Bahia, numa articulação federal com o governador Jaques Wagner (PT), serviu de alerta aos demais Estados onde associações de cabos e praças militares armara uma onda de paralisações e motins. "Estamos acompanhando com evidente preocupação a movimentação em todo o País, mas acreditamos que a reação firme do governo contra atos criminosos e de vandalismo ocorridos na Bahia, fez reduzir o ímpeto nos demais Estados", disse Cardozo.
Além de endurecer na negociação salarial, o governo pediu a prisão dos cabeças do movimento e fechou questão em não conceder anistia aos que cometeram excessos. "A posição do governo é clara: somos contrários à qualquer forma de anistia, não é possível que pessoas que tenham praticado crimes, situações de vandalismo, sejam simplesmente ignoradas", observou Cardozo. A seu ver, no Rio, "é visível o enfraquecimento do movimento e também o amadurecimento dos policiais, que optaram por ações não violentas".
Mais greves. Os serviços de inteligência do governo, que incluem a Abin e a PF, monitoram há meses a movimentação dos policiais em todos os Estados e detectaram que, além da Bahia e Rio, havia mobilização forte em outros dez. Em seis, o quadro é mais preocupante: Espírito Santo, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Alagoas e Goiás. Nos outros quatro, o risco de motim é menor, mas não totalmente descartado: Mato Grosso, Roraima, Tocantins e Distrito Federal.
Em todos esses Estados, haverá assembleias de associações de cabos e praças, ou reuniões de articulação ao longo da próxima semana, nos dias que antecedem o carnaval. A maior parte das deliberações será tomada no dia 15. Mas os governos estaduais, que têm a responsabilidade federativa pela segurança pública de seu território, precisam pedir formalmente a ajuda federal, como prevê a Constituição. O Planalto os está orientando a se anteciparem aos fatos e abrirem negociação com entidades representativas das polícias.




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